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Departamento de Biblioteconomia

Ementas das Disciplinas e Respectiva Bibliografia Básica

1ª FASE
ANTROPOLOGIA CULTURAL
03 Créditos- 54 h/a
Conceito de cultura. Etnocentrismo e relativismo cultural. Etnia e gênero. Cultura brasileira e identidade nacional. O nacional e o regional. Globalização e novas identidades.
CLIFFORD, James. A experiência etnográfica: antropologia e literatura no século XX. Rio de Janeiro: UFRJ, 1988.
FANTIM, Márcia. Uma cidade dividida: dilemas e disputas simbólicas em Florianópolis. Florianópolis: Cidade Futura, 2000.
FREYRE, Gilberto. Casa grande e senzala. Rio de Janeiro: Record, 1996.
GEERTZ, C. Uma nova luz sobre a antropologia. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
LAPLATINE, F. O campo e a abordagem dos antropólogos. In: ______ Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, 2000.
SANTOS, Rafael José. Antropologia para quem não vai ser antropólogo. Porto Alegre: Tomo, 2005. (Para quem não vai ser, v. 1).
HISTÓRIA DO LIVRO E DAS BIBLIOTECAS
03 Créditos - 54 h/a
História e tendências da produção dos registros do conhecimento e da biblioteca. Práticas sociais de leitura. Editoração. Política editorial e legislação.
BARATIN, Marc; Jacob, Christian. (Dir.). O poder das bibliotecas: a memória dos livros no Ocidente. Rio de Janeiro: UFRJ, 2000.
GOMES, Sônia de Conti. Bibliotecas e sociedade na primeira república. São Paulo: Pioneira; [Brasília]: INL, 1983.
MARTINS, Wilson. A palavra escrita: história do livro, da imprensa e da biblioteca. 2.ed. São Paulo: Ática, 1996.
McMURTRIE, Douglas C. O livro. 2.ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, [1982].
MORAES, Rubens Borba de. Livros e bibliotecas no Brasil colonial. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos; São Paulo: Secretaria da Cultura, Ciência e Tecnologia e Tecnologia do Estado de São Paulo, 1979.
SCHWACZ, Lilia Moritiz; AZEVEDO, Paulo César; COSTA, Ângela Marques da. A longa viagem da biblioteca dos reis: do terremoto de Lisboa à independência do Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 2002.
EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO CIENTÍFICO E FILOSÓFICO
03 Créditos - 54 h/a
Natureza da filosofia. Evolução do pensamento filosófico e científico. A questão do ser. A questão do agir. Conceito de Ética. Filosofia da ética. Ética profissional. O agir eticamente
ABRANTES, P. Imagens de ciência, imagens de natureza. Campinas, SP: Papirus, 2000.
CHAUÍ, M. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2004
MARCONDES, D. Iniciação à história da filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004.
RAMOS, M. L. A. E; MARTINS, M. H. P. Filosofando: introdução à Filosofia. 3. ed. São Paulo: Moderna, 2003.
RUSSEL, Bertrand. História do pensamento ocidental. Rio de Janeiro: Ediouro. 2004.
SAGAN, C. O mundo assombrado pelos demônios. Rio de Janeiro: Cia das Letras, 1996.
INTRODUÇÃO À BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO
04 Créditos - 72 h/a
Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação: conceitos e história. Caracterização das Unidades de Informação. O profissional: formação, currículo, mercado de trabalho e ética. Legislação profissional. Movimento associativo.
CASTRO, César Augusto. História da biblioteconomia brasileira: perspectiva histórica. Brasília: Thesaurus, 2000.
GUINCHAT, Claire, Michel Menou. Introdução geral às ciências e técnicas da informação e documentação. 2.ed. Brasília: IBICT, 1994.
LE COADIC, Yves-Fronçois. A ciência da informação. 2.ed. Brasília: Briquet de Lemos, 2004.
SOUZA, Francisco das Chagas de. Ética e deontologia: textos para profissionais atuantes em bibliotecas. Florianópolis: EDUFSC; Itajaí: UNIVALI, 2002.
VALENTIM, Marta Lígia (org). Atuação profissional na área de informação. São Paulo: Polis, 2004.
VALENTIM, Marta Lígia (org). Formação do profissional da informação. São Paulo: Polis, 2002.
NORMALIZAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO
04 Créditos - 72 h/a
Origem da documentação. Organismos normatizadores nacionais e internacionais. Tipologia dos documentos. Aplicação de normas ABNT para documentação. Trabalho monográfico: conceitos, características e estrutura.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências - elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: Informação e documentação - Numeração progressiva das seções de um documento escrito – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027: Informação e documentação – Sumário – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028:Informação e documentação - Resumo – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520:Informação e documentação - Citações em documentos - Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2005.
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO I
02 Créditos - 36 h/a
Introdução à Ciência da Computação: história e evolução de computadores. Conceitos sobre Hardware: estrutura de computadores, tipos de computadores e suas aplicações. Conceitos sobre Software: tipos e aplicações. Operação de computadores: sistemas operacionais, recursos para gerenciamento de arquivos, configuração do acesso à Internet e seus serviços (e-mail e ftp).
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. 2. ed São Paulo: Paz e Terra, 1999. v.1
MICROSOFT Word 2000 passo a passo. São Paulo: Makron Books, 1998.
NORTON, P. Introdução à informática. São Paulo: Makron Books, 1997.
RAMALHO, J. A. A. Introdução à informática: teoria e prática. São Paulo: Siciliano, 2003.
ROWLEY, J. Biblioteca Eletrônica. Brasília: Briquet de Lemos, 2002.
TORRES, G. Hardware: curso completo. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2001.
EDUCAÇÃO FÍSICA CURRICULAR
02 Créditos - 36 h/a
Consciência do corpo. Fundamentos da aptidão física relacionada à saúde. Conhecimento do corpo articulado à totalidade do processo social. Capacidade de movimentos e sentimentos nas ações humanas. Valores ético-políticos do corpo. Estilo de vida e conceito de saúde. Nutrição, peso e exercício físico. Stress e fadiga. Atividades práticas.
BENTO, Jorge. Desporto, saúde e bem-estar. Portugal: Universidade do Porto, 1990.
BORSARI, josé Roberto. Educação física da pré-escola à universidade. São Paulo: EPU, 1980.
KREBS, Ruy Jornada et al. Desenvolvimento humano: uma área emergente da ciência do movimento humano. Santa Cruz do Sul: UFSM, 1996.
GUEDES, Dartgnan Pinto. Composição corporal: princípios, técnicas e aplicações. 2. ed. Londrina: APEF, 1994.
2ª FASE
LÓGICA APLICADA À DOCUMENTAÇÃO
03 Créditos - 54 h/a
Visão histórica e introdução à lógica. Objeto, definição e divisão da lógica. Os princípios lógicos. Analítica formal do juízo. Analítica do raciocínio. Conjunto e álgebra booleana.
ARISTÓTELES. Tópicos: dos argumentos sofísticos. São Paulo: Abril Cultural, 1987. (Os pensadores).
CARRAHER, David. Senso crítico. São Paulo: Moderna. 1999.
COSTA, Newton. Problemas de Lógica. São Paulo: Edusp. 2000.
CUNHA, I. M. R. F. O Falcão Maltês: a lógica da análise documentária Revista de Biblioteconomia de Brasília, Brasília, v. 17, p. 51-61, 1989.
DUTRA,L. M. Epistemologia da aprendizagem. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
MORTARI, Cézar. Introdução à lógica. São Paulo: Unesp. 2001.
REPRESENTAÇÃO DESCRITIVA I
03 Créditos - 54 h/a
História e evolução da representação descritiva. O controle bibliográfico e padrões internacionais. Catálogos de bibliotecas: conceituação, funções, tipos. Representação de documentos: leitura técnica e normas de descrição bibliográfica. Código de catalogação AACR2.
CAMPELLO, Bernadete Santos; MAGALHÃES, Maria Helene de Andrade. Introdução ao controle bibliográfico. Brasília: Briquet de Lemos, 1997.
CÓDIGO de Catalogação Anglo-Americano. 2. ed. rev. São Paulo: FEBAB, 2002.
MEY, Eliane Serrão Alves. Introdução à catalogação. Brasília: Briquet de Lemos, 1995.
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO II
02 Créditos - 36 h/a
Editores de textos: recursos para editoração de trabalhos acadêmicos, uso de recursos para produtividade em escritório. Planilhas Eletrônicas: organização de dados, produção de estatísticas e gráficos. Geradores de Apresentação: estratégias para elaboração e design de slides.
LIENGME, B. Microsoft Excel 2002: para Negócios e Gestão, Campus, 2002.
PINHEIRO, D. Microsoft Office PowerPoint 2003:Passo a Passo, Terra, 2004.
PINHEIRO, D. Microsoft Office Word 2003:Passo a Passo, Terra, 2004.
SOCIOLOGIA GERAL
03 Créditos - 54 h/a
Natureza da sociedade. Surgimento da sociologia. Pensamento Sociológico clássico. Conceitos sociológicos fundamentais de Marx, Weber e Durkheim. Abordagens contemporâneas de sociedade e cultura. Classe. Teorias sociais e pobreza. Sociedade global.
COVRE, Maria de Lourdes. O que é cidadania. São Paulo: Brasiliense, 1999.
GOHN, Maria da Glória. Teoria dos movimentos sociais: paradigmas clássicos e contemporâneos. São Paulo: Loyola, 1997.
MARTINS, C. B. O que é sociologia? 24. ed. São Paulo: Brasiliense, 1989.
RODRIGUES, Alberto Tosi. O que você precisa saber sobre sociologia da educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
QUINTANEIRO, T.; BARBOSA, M. L. O ; OLIVERIRA, M. G. Um toque de clássicos: Durkheim, Marx e Weber. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1995.
BAUMAN, Zygmunt. Comunidade: a busca por segurança no mundo atual. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
TEORIAS ADMINISTRATIVAS
03 Créditos - 54 h/a
Conceitos básicos de administração. Antecedentes históricos do estudo da administração. Abordagens teóricas da administração e tendências atuais. Sistemas organizacionais. Novas configurações organizacionais.
CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
FAVA, Rubens. Caminhos da administração. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003.
FAYOL, H. Administração industrial e geral: previsão, organização, comando, coordenação e controle. São Paulo: Atlas, 1996
KWASNICKA, Eunice L. Introdução à administração. 6. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2004.
RAMOS, A. Guerreiro. A nova ciência das organizações: uma reconstrução da riqueza das nações. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1989.
ROBBINS, Stephen P. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2005.
SILVA, Reinaldo O. da. Teorias da administração. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005.
TAYLOR, F. W. Princípios de administração científica. São Paulo: Atlas, 1970.
ESTATÍSTICA
03 Créditos - 54 h/a
Estatística descritiva e social. Levantamento estatístico. Introdução à amostragem. Organização e apresentação de dados estatísticos. Integração dos procedimentos estatísticos à pesquisa científica e ao processo de tomada de decisão.
BARBETTA, P. A.; REIS, M. M.; BORNIA, A. C. Estatística para cursos de engenharia e informática. São Paulo: Atlas, 2004.
BARBETTA, Pedro. Estatística aplicada às ciências sociais. 6ª ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2005.
BUSSAB, Wilton O.; MORETTIN, Pedro A. Estatística básica. 5ª ed. São Paulo: Saraiva, 2006.
DEVORE, J. L. Probabilidade e estatística. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006.
MOORE, David. A Estatística básica e sua prática. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
AÇÃO CULTURAL
03 Créditos - 54 h/a
Fundamentos teóricos e metodológicos. Modalidades de ação cultural. Ação cultural em Unidades de Informação.
COELHO, José Teixeira (Coord.). Dicionário crítico de política cultural. São Paulo: Iluminuras; FAPESP, 1997.
COELHO, José Teixeira.Usos da cultura. São Paulo: Paz e Terra, 1987.
CYSNE, Fátima Portela.Biblioteconomia: dimensão social e educativa. Fortaleza: Ed.UFC, 1993.
BUFFA, Ester; ARROYO, Miguel. Educação e cidadania: quem educa o cidadão? São Paulo: Cortez, 2000.
MILANESI, Luís. A casa da invenção: biblioteca/centro de cultura. São Caetano do Sul: Ateliê, 1997.
SILVA, M. A. P. da et al. Biblioteca e ação cultural: apontamentos conceituais a partir da experiência da Universidade de São Carlos. Inf. Soc.: Est., João Pessoa,v.9, n.1, p.79-86, jan./jun. 1999.
EDUCAÇÃO FÍSICA CURRICULAR II
02 Créditos - 36 h/a
Autodidaxia em atividade física. Princípios básicos do condicionamento. Metodologia, planejamento, prescrição, controle e avaliação da atividade física. Atividades práticas.
BENTO, Jorge. Desporto, saúde e bem-estar. Portugal: Universidade do Porto, 1990.
BORSARI, josé Roberto. Educação física da pré-escola à universidade. São Paulo: EPU, 1980.
KREBS, Ruy Jornada et al. Desenvolvimento humano: uma área emergente da ciência do movimento humano. Santa Cruz do Sul: UFSM, 1996.
GUEDES, Dartgnan Pinto. Composição corporal: princípios, técnicas e aplicações. 2. ed. Londrina: APEF, 1994.
MELO, Rogério Silva de. Esportes de quadra. Rio de Janeiro: Sprint, 1999.
FUTEBOL de salão. Regras oficiais. Rio de Janeiro: Sprint, 2002.
3ª FASE
ANÁLISE ORGANIZACIONAL
04 Créditos - 72 h/a
Organização de Unidades de Informação. Distribuição do trabalho. Análise de Rotinas. Aproveitamento racional de espaço físico. Organogramas e fluxogramas. Manuais e formulários administrativos. Modernas ferramentas de gestão e mudança organizacional.
ARAÚJO, L. C. G. de. Organização, sistemas e métodos e as modernas ferramentas de gestão organizacional. São Paulo: Atlas, 2001.
ARAÚJO, L. C. G. de. Tecnologia de gestão organizacional. São Paulo: Atlas, 2001.
BALLESTERO-ALVAREZ, M. E. Manual de organização, sistemas e métodos: abordagem teórica e prática da engenharia da informação. 2. ed. São Paulo: Atlas 2000.
CRUZ, T. Sistemas, organização e métodos: estudo integrado das novas tecnologias de informação. 3. ed. São Paulo: Atlas 2002.
CURY, A. Organização e métodos: uma visão holística. 8. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2005.
MORGAN, G. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 1996.
OLIVEIRA, D. de P. R. de. Sistemas, organização e métodos: uma abordagem gerencial. 15. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
PERROW, C. B. Análise organizacional: um enfoque sociológico. São Paulo: Atlas, 1981.
INTRODUÇÃO AO TRATAMENTO TEMÁTICO DA INFORMAÇÃO
03 Créditos - 54 h/a
Noções sobre teoria do conceito. Teorias das classificações facetadas e hierárquicas. Análise temática: conceito e etapas (Norma Técnica). Cabeçalhos de assunto.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12676: Métodos para análise de documentos – Determinação de seus assuntos e seleção de termos de indexação. Rio de Janeiro, 1992.
CAMPOS, Maria Luíza de Almeida. Linguagem documentária: teorias que fundamentam sua elaboração. Niterói: EdUFF, 2001.
CINTRA, Anna Maria Marques, et al. Para entender as linguagens documentárias. 2. ed. rev. e amp. São Paulo: Polis, 2002.
DAHLBERG, Ingitraut. Teoria do Conceito. Ciência da Informação, Brasília, v. 7, n. 2, p. 101 – 107, 1978
LANCASTER, F. W. Indexação e resumos: teoria e prática. Trad. de Antônio Agenor Briquet de Lemos. Brasília: Briquet de Lemos, 1993.
PIEDADE, M. A R. Introdução à teoria da classificação. Rio de Janeiro: Interciência, 1977.
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA
03 Créditos - 54 h/a
Método em ciência. A pesquisa e o conhecimento. O processo de pesquisa. Técnicas de pesquisa. A comunicação científica.
ALVES, Ruben. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e suas regras. São Paulo: Brasiliense, 1987.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2004.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2004.
MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 22.ed. Petrópolis, RJ, 2002.
SANTOS, Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 6.ed. rev. Rio de Janeiro: DP&A, 2004.
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA. Manual para elaboração de trabalhos acadêmicos da UDESC: teses, dissertações, monografias e TTCs. Florianópolis, 2005.
REPRESENTAÇÃO DESCRITIVA II
04 Créditos - 72 h/a
Código de catalogação AACR2: entradas e cabeçalhos, regras gerais e especiais.Tratamento de material multimeios e multimídia: leitura técnica e representação descritiva.
CÓDIGO de Catalogação Anglo-Americano. 2. ed. rev. São Paulo: FEBAB, 2002.
CRUZ, Anamaria Costa da. Representação descritiva de documentos: estudos de iniciação. Rio de Janeiro: FEBAB, 1994.
RIBEIRO, Antônia Motta de Castro Memória. AACR2 Anglo-American Catalouguing Rules, 2nd edition: descrição e pontos de acesso. 2. ed. rev. e atual. Brasília, 2001.
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO III
02 Créditos - 36 h/a
Redes de Computadores: evolução e história, arquiteturas e equipamentos. Serviços de telecomunicações: Internet, Telefonia IP. Recursos para criação de serviços baseados em web e compartilhamento de arquivos para organizações. Softwares para o Gerenciamento de Banco de Dados e Bases de Dados: organização e modelagem de dados.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. 2. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1999. v.1
COMER, Douglas E. Redes de computadores e internet : abrange transmissão de dados, ligação inter-redes e web. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2005.
DANTAS, Mario. Tecnologias de redes de comunicação e computadores. Rio de Janeiro: Axcel Books, c2002.
GILLENSON, M. L., Fundamentos de Sistemas de Gerência de Banco de Dados., LTC, 2006, 320p.
HALLBERG, Bruce A. Networking: redes de computadores teoria e prática. Rio de Janeiro: Alta Books, 2003.
ROWLEY, J. Biblioteca Eletrônica, Briquet de Lemos, Brasília, 2002, 399 p.
TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. 4. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
GESTÃO DE DOCUMENTOS EM ARQUIVOS
04 Créditos - 72 h/a
Arquivo como instrumento de informação. Informação arquivística. Propriedades e características dos documentos arquivísticos. Tipologia documental. Ciclo de vida dos documentos: arquivos corrente, intermediário e permanente. Gestão de documentos: aspectos legais. Instrumentos de gestão de documentos. Tipologia das entidades de preservação documental.
BELLOTTO, Heloisa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. 2. ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: FGV, 2004.
FONSECA, Maria Odila. Arquivologia e Ciência da Informação. Rio de Janeiro: FGV, 2005.
PAES, Marilena Leite. Arquivo: teoria e prática. 3. ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: FGV, 2004.
LOPES, Luis Carlos. A informação e os arquivos: teorias e práticas. Niterói: EDUFF: São Carlos: EDUFSCar, 1996.
RONDINELLI, Rosely Curi. Gerenciamento arquivístico de documentos eletrônicos: uma abordagem teórica da diplomática arquivística contemporânea.  Rio de Janeiro: FGV, 2002. 
ROUSSEAU, Jean-Yves; COUTURE, Carol. Os fundamentos da disciplina arquivística. Trad. de Magda Bigotte de Figueiredo. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1998.
SCHELLENBERG, Theodore R. Arquivos modernos: princípios e técnicas. 6. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2002.
4ª FASE
ADMINISTRAÇÃO DE UNIDADES DE INFORMAÇÃO
04 Créditos - 72 h/a
Princípios e funções administrativas em Unidades de Informação. Gestão de pessoas. Gestão de serviços. Gestão Financeira e Orçamentária. Marketing. Gestão da qualidade e produtividade.
CHRISTOPHER, L.; WRIGHT, L. Serviços: marketing e gestão. São Paulo: Saraiva, 2001.
CORRÊA, H. L.; CAON, M. Gestão de serviços: lucratividade por meio de operações e satisfação dos clientes. São Paulo: Atlas, 2002.
DAVENPORT, T. H. Ecologia da informação. 4 ed. São Paulo: Futura, 1998.
HESSELBEIN, F.; GOLDSMITH, M.; BECKHARD, R. O líder do futuro: visões, estratégias e práticas para uma nova era. 5. ed. São Paulo: Futura, 1996.
MILANESI, L. Biblioteca. São Paulo: Ateliê Editorial, 2002.
PINCHOT, G.; PINCHOT, E. O poder das pessoas: como usar a inteligência de todos dentro da empresa para conquista do mercado. Rio de Janeiro: Campus, 1996.
SCHMENNER, R. W. Administração de operações de serviços. São Paulo: Futura, 1999.
TACHIZAWA, T.; CRUZ JÚNIOR, J. B.; OLIVEIRA ROCHA J. A. de. Gestão de negócios: visões e dimensões empresariais da organização. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO
03 Créditos - 54 h/a
Conceitos. Fundamentos sociológicos, fisiológicos e psicológicos do processo educativo. Práticas pedagógicas. Principais educadores. Papel da biblioteca no processo educativo e no projeto pedagógico da instituição.
ARANHA, M. Filosofia da Educação. São Paulo: Moderna, 1996.
GADOTTI, M. História das idéias pedagógicas. São Paulo: Ática, 1992.
GHIRALDELLI Jr., P. História da Educação. São Paulo: Cortez, 1994.
LA TAILLE, Y.; KOHL, M. & DANTAS, H. Piaget, Vygotsky, Wallon. São Paulo: Summus, 1992.
TOSCANO, M. Introdução à Sociologia da Educação. São Paulo: Vozes, 2002.
XAVIER, M. et al. História da Educação: a escola no Brasil. São Paulo: FTD, 1994.
INDEXAÇÃO E RESUMOS
04 Créditos - 72 h/a
Processos de análise documentária. Índices e indexação. Resumos: tipos, funções e prática. Indexação automática. Políticas de indexação. Vocabulário controlado como instrumento de indexação: thesaurus.
AUSTIN, Derek; DALE, Peter. Diretrizes para o estabelecimento e desenvolvimento de tesauros monolíngües. Brasília: IBICT/Senai, 1993.
CAMPOS, Maria Luiza de Almeida, et. al. Elaboração de tesauro documentário. Disponível em: <http://www.conexaorio.com/biti/tesauro>. Acesso em 12 ago. 2004.
FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS. Manual de cabeçalho de assunto: normas e procedimentos. Rio de Janeiro: Rede Bibliodata/calco, 1995.
LANCASTER. F. W. Indexação e resumos: teoria e prática. 2. ed. Brasília: Briquete de Lemos, 2004.
NASCIMENTO, Maria de Jesus. Análisis estructural del “Thesaurus português de comunicação social”. In: GUTIÉRREZ, Antonio García (Coord.). Lenguajes documentales en comunicación: métodos de análisis y experimentación. Madrid: Universidad Complutense; Facultad de Ciencias de la Información. 1992, p.37-44.
PLANEJAMENTO E GERAÇÃO DE BASES DE DADOS
03 Créditos - 54 h/a
Conceituação e caracterização de banco de dados e base de dados. Projeto para produção de bases de dados: metodologia de coleta e seleção de documentos. Cadeia de produção de base de dados. Controle de qualidade. Aplicativos para o desenvolvimento de bases de dados.
ALBRECHT, R. F., OHIRA, M. L. B., Bases de Dados: Metodologia para Seleção e Coleta de Documentos. Revista ACB, Florianópolis, v.5, n.5, p. 131-144, 2000.
LANCASTER, F.W. Avaliação de serviços de bibliotecas. Brasília: Briquet de Lemos, 1996.
ORTEGA, Cristina Dotta. Introdução ao microisis. 2. ed. Brasília: Lemos Informação e Comunicação, 2002
ROBREDO, J. CUNHA, M. B. Documentação de hoje e de amanhã: uma abordagem informatizada de Biblioteconomia e dos sistemas de informação. São Paulo: Global, 1994.
ROWLEY, J. A biblioteca eletrônica, Brasília: Briquet de Lemos, 2002.
SILVA, H. P., ABREU, A. F., Considerações sobre o bibliotecário frente às tecnologias de informação. Revista ACB, Florianópolis, v.4, n.4., p. 98-110, 1999.
VERGUEIRO, V. Seleção de materiais de informação: princípios e técnicas. Brasília: Briquet de Lemos, 1995.

REPRESENTAÇÃO DESCRITIVA III
04 Créditos - 72 h/a
Formatos de intercâmbio. Bases para implementação de sistemas informatizados. Redes de catalogação cooperativa. Metadados. Dublin Core. Conversão Retrospectiva. Automação de representação descritiva dos documentos.
FERREIRA, Margarida M. MARC 21: formato condensado para dados bibliográficos. São Paulo: UNESP - Marília Publicações, 2000.
FIUZA, Marysia Malheiros. A catalogação bibliográfica até o advento das novas tecnologias. Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, v. 16, n. 1, p. 43-53, mar. 1987.
MACEDO, Casimiro Martins de; ZAPATTA, Julio; BARBOSA, Maria Cristina F. Sistema "Z" de classificação/catalogação para o gerenciamento de bibliotecas automatizadas. Revista de Biblioteconomia de Brasília. v. 16, n. 2, p. 227-238, jul./dez. 1988.
PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO. Divisão de Bibliotecas e Documentação. Manual conciso de entrada de dados no formato MARC 21 Bibliográfico do Sistema Pergamum. 2. ed. rev e atual. Rio de janeiro: PUC-RJ, 2003.
PRADO, Noêmia Schoffen. Utilizando o campo 856 do Marc para disponibilizar texto integral da produção docente da Udesc na Internet. Transinformação. Campinas, v.10, n. 2, p. 104-116, maio/ago. 1998.
TACQUES, Maria de Nazareth Montojos. Manual para entrada de dados em formato MARC. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 1997.
REPRESENTAÇÃO TEMÁTICA I
04 Créditos - 72 h/a
Estudo teórico e aplicação dos recursos da Classificação Decimal de Dewey (CDD).
CUTTER, Richard. Cutter–Sarbon three-figure author table. [S.l: s.n.], 1969.
DEWEY, Melvil. Sistema de Classificação de Dewey. 21. ed. Trad de Otávio G. Rojas e Margarita Amaya de Heredita. Santa Fé de Bogotá: Rojas Eberhard, 1995. 4v.
PRADO, Heloísa de Almeida. Tabela PHA. 3.ed. São Paulo: T. A Queiroz, 1984.
FOSKETT, A. C. Abordagem temática da informação. São Paulo : Polígono, 1973.
5ª FASE
GESTÃO DE BIBLIOTECAS DIGITAIS
02 Créditos - 36 h/a
Bibliotecas digitais: conceitos; estrutura de projetos; critérios e metodologias para desenvolvimento. Arquitetura da informação. Formação profissional para BD. Consórcios e avaliação de BD.
A DIMENSÃO social da Biblioteca Digital na organização e acesso ao conhecimento: aspectos teóricos e aplicados. São Paulo: Consórcio CRUESP/Bibliotecas, 2005. 2 v.
ARELLANO, MIGUEL Angel Márdero, CUNHA, Murilo Bastos da.  Metodologias para o ensino de Bibliotecas digitais. In: SIMPÓPSIO INTERNACIONAL DE BIBLIOTECAS DIGITAIS, 2. 2004, Campinas. Anais eletrônicos... Campinas: Unicamp, 2004. Disponivel em: http://libdigi.unicamp.br/document/?code=8298. Acesso em:  20 jun. 2007.
MARCONDES, Carlos Henrique et al. Bibliotecas digitais: saberes e práticas. Salvador: UFBA; Brasília:IBICT, 2005.
OHIRA, Maria Lourdes Blatt, PRADO, Noêmia Schoffen. Bibliotecas virtuais e digitais: análise de artigos de periódicos brasileiros (1995/2000). Ciência da Informação, Brasília, v. 31, n. 1, p. 61-74, jan./abr. 2002.
PROCÓPIO, Ednei. Construindo uma biblioteca digital. São Paulo: Ediçõs inteligentes. 2005 Disponível em: <http://virtualbooks.terra.com.br/osmelhoresautores/download/bibliotecadigital.pdf> Acesso em 13 de junho de 2007.
ROWLEY, Jennifer. A biblioteca eletrônica. Brasília, Briquet Lemos, 2002.
SIMPOSIO INTERNACIONAL DE BIBLIOTECAS DIGITAIS, 2., 2004, Campinas. Anais eletrônicos... Campinas: Unicamp, 2004. Disponivel em http://libdigi.unicamp.br/document/list.php?tid=82. Acesso em:  20 jun. 2007.
SIMPOSIO INTERNACIONAL DE BIBLIOTECAS DIGITAIS. 3., 2005, São Paulo.  . Anais eletrônicos... São Paulo: USP, 2004.  Disponivel em: http://bibliotecas-cruesp.usp.br/3sibd/. Acesso em:  20 jun. 2007.
REPRESENTAÇÃO TEMÁTICA II
04 Créditos - 72 h/a
Estudo teórico e aplicação dos recursos da Classificação Decimal Universal – CDU.
IBICT. Classificação decimal universal - CDU: edição-padrão internacional em língua portuguesa. Brasília: IBICT, 1997. 2v
LENTINO, Noêmia. Guia teórico, prático e comparado dos principais sistemas de classificação bibliográfica. São Paulo: Polígano, 1971.
MENDES, Edilse Martins. Visão panorâmica dos principais sistemas de classificação bibliográfica. Campinas: PUCCAMP/FABI, 1995.
OLIVEIRA Regina M. Soares de. Classificação decimal universal: origem estrutura, situação atual. Brasília: ABDF, 1980.
ORGANIZAÇÃO do conhecimento e sistemas de classificação. Brasília: IBICT, 1998.
GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS
02 Créditos - 36 h/a
Gerenciamento eletrônico de documentos - GED: conceitos e fundamentos. O processo de digitalização. Tecnologias para o GED. Autenticidade e validade legal do documento eletrônico. Aplicações com GED: estudos de caso. Projeto de GED em unidades de informação.
AVEDON, D. GED de A a Z: tudo sobre GED. São Paulo: CENADEM, 1999.
STARBIRD, R. W.; VILHAUER, G. C. Como tomar a decisão de implantar a tecnologia de gerenciamento eletrônico de documentos. São Paulo: CENADEM, 1997.
STRINGHER, A. Aspectos legais da documentação em meios micrográficos, digitais e eletrônicos. São Paulo: CENADEM, 2003.
USUÁRIOS DA INFORMAÇÃO
03 Créditos - 54 h/a
Fatores sócio-econômicos que interferem no uso da informação. Usuários e não-usuários da informação. Estudo de usuários: categorização e metodologias. Projeto, aplicação e avaliação de estudo de usuários da informação.
CRESPO, Isabel Merlo; CAREGNATO, Sônia Elisa. Comportamento de busca de informação: uma comparação de dois modelos. Em Questão,Porto Alegre, v. 9, n. 2, p. 271-281, jul./dez. 2003.
FIGUEIREDO, Nice. Estudos de uso e usuários da informação. Brasília: IBICT, 1994.
FURQUIM, Tatiana de Almeida. Perspectivas para o estudo do consumidor da informação na Web. Revista Biblioteconomia de Brasília, Brasília, v. 23/24, n. 1, p. 119-131, especial, 1999/2000.
LIMA, Ademir B. Alves de. Aproximação crítica a teoria dos estudos de usuários de bibliotecas. Londrina: EMBRAPA, 1994. 94p.
NASCIMENTO, M.de J.; WESCHENFELDE, S. Necessidades de informação dos vereadores de Florianópolis: estudo de usuário. Revista Informação e Sociedade, João Pessoa, v. 12, n. 1, 2001.
FONTES DE INFORMAÇÃO
04 Créditos - 72 h/a
Tipologias, características. Análise e avaliação de fontes de informação impressas ou eletrônicas. Domínio na utilização e orientação em fontes de informação gerais e especializadas. Produtores e provedores de bases de dados.
CAMPELLO, Bernadete Santos; CENDÓN, Beatriz Valadares; KREMER, Jeannete Marguerite. Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: UFMG, 2003.
CAMPELLO, B. S.; CALDEIRA, Paulo da;  MACEDO, Vera Amália Amarante (Org.). Formas e expressão do conhecimento: introdução às fontes de informação. Belo Horizonte: UFMG, 1998.
CAMPELO, B.; CALDEIRA, P. Introdução à fontes de informação. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
DIAS, Maria Matilde Kronka; BELLUZZO, Regina Célia Baptista. Gestão da informação em ciência e tecnologia sob a ótica do cliente. Bauru: EDUSC, 2003. ( Plural).
TOMAÉL, Maria Inês; VALENTIM, Marta Lígia Pamim. (Org.). Avaliação de fontes de informação na internet. Londrina: Eduel, 2004.
RECUPERAÇÃO DA INFORMAÇÃO
03 Créditos - 54 h/a
Fundamentos em recuperação da informação. Técnicas para pesquisa em Sistemas de Recuperação de Informação (SRI). Protocolos padronizados para SRI. Web semântica.
BREITMAN, Karin. Web semântica: a Internet do Futuro. São Paulo: LTC, 2005.
LOPES, I. L. Uso das linguagens Natural e Controlada em Bases de Dados: revisão da literatura. Ci. Inf., Brasília, v.31, n.1, p. 41-52, jan./abr. 2002.
LOPES, Ilza Leite. Estratégia de busca na recuperação da informação: revisão da literatura.Ci. Inf., Brasília, v. 31, n. 2, p. 60-71, maio/ago. 2002.
MOREIRA, Alexandra, ALVARENGA, Lídia, Oliveira, Alcione de Paiva. O nível do conhecimento e os instrumento de representação: tesauros e ontologias.Datagramazero Rio de Janeiro, v. 5, n. 6, 2004. Disponível em: http://www.dgz.org.br/dez04/Art_01.htm. Acesso em: 20 jun. 2007.
PINTO, M. C. M. F., Análise e Representação de assuntos em sistemas de recuperação de informação: linguagens de indexação. Revista Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, v. 14, n.2, 169-186, set. 1985
RIBEIRO JUNIOR, D. I. Uso de agentes inteligentes como mediadores nos processos de recuperação de informação. 2001.126 f., Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Faculdade de Filosofia e Ciências, UNESP- Marília, 2001.
ROSETTO, Márcia. Uso do Protocolo Z39.50 para Recuperação de Informação em Redes Eletrônicas. Ciência da Informação, Brasília, v. 26, n. 2, 1997.
SPINK, A., SARACEVIC, T., Interaction in Information Retrieval: Selection and Effectiveness of Search Terms. Journal of the American Society for Information Science. v.48, n.8, p. 741-761, 1997.
PLANEJAMENTO DE UNIDADES DE INFORMAÇÃO
04 Créditos - 72 h/a
Planejamento estratégico, tático e operacional. Aprendizagem e Inovação. Indicadores para gestão estratégica. Parcerias e alianças estratégicas. Marketing em unidades de informação.Gestão, controle e garantia da qualidade.
ALMEIDA, M. C. B. de. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. 2. ed. rev. e ampl. Brasília: Briquet de Lemos Livros, 2005.
BARBALHO, C. R. S.; BERAQUET, V. S. M. Planejamento estratégico para unidades de informação. São Paulo: Polis/APB, 1995.
CARDOSO, M. S.; GONÇALVES FILHO, C. CRM (Customer Relationship Management) em ambiente e-business: como se relacionar com clientes, aplicando novos recursos da Web. São Paulo: Atlas, 2001.
DAVENPORT, T. H. Ecologia da informação: por que só a tecnologia não basta para o sucesso na era da informação. São Paulo: Futura, 1998.
LAS CASAS, A. L. Qualidade total em serviços: conceitos, exercícios e casos práticos. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
MANUAL de gestão de serviços de informação. Curitiba: TECPAR; Brasília: IBICT, 1997.
MCGEE, J.; PRUSAK, L. Gerenciamento estratégico da informação: aumente a competitividade e a eficiência de sua empresa utilizando a informação como uma ferramenta estratégica. 11. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1994.
OLIVEIRA, D. P. R. de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e práticas. 22. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
REZENDE, D. A. Planejamento de sistemas de informação e informática: guia prático para planejar a tecnologia da informação integrada ao planejamento estratégico das organizações. São Paulo: Atlas, 2003.
6 FASE
AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO
02 Créditos - 36 h/a
Conceitos e definições. Funções da avaliação. Princípios, padrões, critérios e medidas para avaliação de valor e de mérito. Processos de avaliação. Metodologias e modelos de avaliação. Meta-avaliação.
BONNIOL, Jean-Jacques. Modelos de avaliação: textos fundamentais com comentários. Porto Alegre: Artmed, 2001.
JOINT COMMITTEE ON STANDARDS FOR EDUCATIONAL EVALUATION. The program evaluation standards: how to assess evaluations of educational programs. 2. ed. Thousand Oaks, CA: Sage, 1994.
LANCASTER, F. W. Avaliação de serviços de bibliotecas. Brasília: Briquet de Lemos, 1996.
SCRIVEN, M. Evaluation thesaurus. 4.ed. Newbury Park, CA: Sage, 1991.
STUFFLEBEAM, D. L.; MADAUS, G. F.; KELLAGHAN, T. (Eds.). Evaluation models: viewpoints on educational and human services evaluation. 2. ed. Boston: Kluwer Academic Publishers, 2000.
STUFFLEBEAM, D. L.; SHINKFIELD, A. J. Evaluación sistemática: guía teórica y práctica. Barcelona: Paidós, 1987.
TOMAÉL, Maria I.; VALETIM, Marta Lígia P.(Org.) Avaliação de fontes de informação na internet. Londrina: EDUEL, 2004.
GESTÃO DE ESTOQUES INFORMACIONAIS
04 Créditos - 72 h/a
Desenvolvimento de estoques informacionais: conceitos e objetivos. Elaboração de políticas. Metodologias de Avaliação de estoques informacionais. Preservação e conservação de acervos.
ANDRADE, Diva; VERGUEIRO, Waldomiro. Aquisição de materiais de informação. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 1996.
DIAS, Maria Matilde Kronka; PIRES, Daniela. Formação e desenvolvimento de coleções. São Carlos: Edufscar, 2003. (Apontamentos).
FIGUEIREDO, Nice. M.Desenvolvimento & avaliação de coleções. Brasília: Thesaurus, 1998.
LANCASTER, F. W. Avaliação de serviços de bibliotecas. Brasília: Briquet de Lemos, 1996.
VERGUEIRO, W. Desenvolvimento de coleções. São Paulo: Polis, 1989.
VERGUEIRO, W.Seleção de materiais de informação. 2.ed. Brasília: Briquet de Lemos, 1997.
TECNOLOGIAS APLICADAS A BIBLIOTECAS DIGITAIS
03 Créditos - 54 h/a
Ferramentas para construção de bibliotecas digitais. Convergência de mídias digitais (html, pdf e outras). Padrões, formatos e protocolos. Periódicos eletrônicos: edição e ferramentas. Publicação eletrônica. Arquivos abertos. Preservação e segurança da informação em bibliotecas digitais.
A DIMENSÃO social da Biblioteca Digital na organização e acesso ao conhecimento: aspectos teóricos e aplicados. São Paulo: Consórcio CRUESP/Bibliotecas, 2005. 2 v.
ARELLANO, MIGUEL Angel Márdero, CUNHA, Murilo Bastos da. Metodologias para o ensino de Bibliotecas digitais. In: SIMPÓPSIO INTERNACIONAL DE BIBLIOTECAS DIGITAIS, 2. 2004, Campinas. Anais eletrônicos... Campinas: Unicamp, 2004. Disponivel em: http://libdigi.unicamp.br/document/?code=8298. Acesso em:  20 jun. 2007.
MARCONDES, Carlos Henrique et al. Bibliotecas digitais: saberes e práticas. Salvador: UFBA; Brasília:IBICT, 2005.
OHIRA, Maria Lourdes Blatt, PRADO, Noêmia Schoffen. Bibliotecas virtuais e digitais: análise de artigos de periódicos brasileiros (1995/2000). Ciência da Informação, Brasília, v. 31, n. 1, p. 61-74, jan./abr. 2002.
PROCÓPIO, Ednei. Construindo uma biblioteca digital. São Paulo: Ediçõs inteligentes. 2005 Disponível em: <http://virtualbooks.terra.com.br/osmelhoresautores/download/bibliotecadigital.pdf> Acesso em 13 de junho de 2007.
ROWLEY, Jennifer. A biblioteca eletrônica. Brasília, Briquet Lemos, 2002.
SIMPOSIO INTERNACIONAL DE BIBLIOTECAS DIGITAIS, 2., 2004, Campinas. Anais eletrônicos... Campinas: Unicamp, 2004. Disponivel em http://libdigi.unicamp.br/document/list.php?tid=82. Acesso em:  20 jun. 2007.
SIMPOSIO INTERNACIONAL DE BIBLIOTECAS DIGITAIS. 3., 2005, São Paulo.  . Anais eletrônicos... São Paulo: USP, 2004.  Disponivel em: http://bibliotecas-cruesp.usp.br/3sibd/. Acesso em:  20 jun. 2007.
SERVIÇO DE REFERÊNCIA E INFORMAÇÃO
03 Créditos - 54 h/a
Histórico e tendências do serviço de referência. Processos de Referência. Serviços e produtos de disseminação da informação. Funções do bibliotecário de Referência. Centros referenciais. Avaliação do serviço de referência. Serviços de referência virtual e digital.
FIGUEIREDO, Nice Menezes de. Textos avançados em referência & informação. São Paulo: Polis: APB, 1996. (palavra-chave).
GROGAN, Denis. A prática do serviço de referência. Brasília: Briquet Lemos/Livros, 2001.
ARELLANO, Miguel Ángel Márdero. Serviços de referência virtual. Ciência da Informação, Brasília, v. 30, n. 2. p. 7-15, maio/ago. 2001.
IBARRA, Ana Maria Talavera. El bibliotecólogo electrónico: consideraciones en torno al servicio de referencia en la era digital. BIBLIOS: Revista Electronica de Bibliotecologia, Archivologia y Museologia. Lima, Peru, v. 1, n. 3, ene./mar. 2000.
MACEDO, Neusa Dias de. Equivalências: do serviço de referência convencional a novos ambientes de redes digitais em bibliotecas – parte I. Rev. Bras. De Bibiltecon. Doc. São Paulo, v. 1, n. 1, p. 38-54, 1999.
PIMENTA, Márcia T. da R. Internet: fator de apoio ou promessa de enfraquecimento do serviço de referência em bibliotecas? In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, Fortaleza, 2002. Anais eletrônico... [CD-ROM].
INFORMÁTICA DOCUMENTÁRIA
04 Créditos - 72 h/a
Informatização de unidades de informação. Software para gerenciamento de unidades de informação. Mercado nacional e internacional. Metodologias para análise e avaliação de software. Projeto de informatização de Unidades de Informação.
CAFÉ, Lígia; SANTOS, Christophe; MACEDO, Flávio. Proposta de um método para escolha de software de automação de bibliotecas. Ciência da Informação, Brasília, v.30, n.2, p. 70-79, maio/ago. 2001.
CIANCONI, Regina de Barros. Requisitos mínimos para gerenciamento e recuperação de textos e imagens. Ciência da Informação, Brasília, v.23, n.2, p. 249-253, maio/ago 1994.
CORTE, Adelaide Ramos et al. Avaliação de softwares para bibliotecas e arquivos. São Paulo: Polis, 2002.
MORESI, Eduardo Amadeu Dutra. Delineando o valor do sistema de informação de uma organização.Ciência da Informação, Brasília, v.29, n.1, p. 14-24, jan./abr. 2000.
ROSCH, Winn L. Desvendando o hardware do PC. Rio de Janeiro: Campus, 1990.
ROWLEY, Jennifer. A biblioteca eletrônica. Brasília: Brinquet Lemos, 2000.
VALENTIM, Marta Lígia Pomim. O custo da informação tecnológica. São Paulo: Polis, 1997.
LEITURA E LITERATURA INFANTO–JUVENIL
03 Créditos - 54 h/a
Leitura: natureza e funções. Leitor: motivação e interesse de leitura. Literatura infanto-juvenil: discussões sobre o gênero e panorama histórico. Formas literárias: características. Produção literária atual. Pesquisa escolar e biblioteca. A prática da leitura.
COELHO, Nelly Novaes. Literatura infantil: teoria, análise, didática. São Paulo: Ática, 1981.
COLOMER, Teresa. A formação do leitor literário: narrativa infantil e juvenil atual. São Paulo: Global, 2003.
LAJOLO,Marisa; ZILBERMAN, Regina. Literatura infantil brasileira: histórias & histórias. São Paulo: Ática, 1991.
LAJOLO,Marisa; ZILBERMAN, Regina. A formação da leitura no Brasil. São Paulo: Ática, 1996.
SILVA, Ezequiel T. da. Leitura na escola e na biblioteca. Campinas: Papirus, 1986.
YUNES, Eliana.(Org.). Pensar a leitura: complexidade. Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio; São Paulo: Loyola, 2002.
7ª FASE
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
10 Créditos - 180 h/a
Diagnóstico de uma Unidade de Informação. Práxis Supervisionada em Unidade de Informação para desenvolver habilidades com base nos conhecimentos teóricos adquiridos durante o curso.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências - elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2005.
UDESC. Regimento Geral da Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina. Aprovado pela Resolução n. 044/2007 – CONSUNI. Florianópolis, 2007.
UDESC.  Resolução n. 051/2006 – CONSUNI. Regulamenta a concessão de Bolsas de Extensão a estudantes da UDESC. Florianópolis, 2006.
O QUEé a Extensão? Disponível em Acessado em: 23.jul.2007.
PROJETO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
03 Créditos - 54 h/a
Definição de tema e elaboração de projeto de pesquisa em uma das áreas curriculares do curso.
OLIVEIRA, E. F. T. de. Revendo o debate quantitativo-qualitativo: tendencias da pesquisa na Biblioteconomia e Ciência da Informação. Transinformação, Campinas, v. 15, n. 1, 2003. Disponível em: : http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/. Acesso em 20 fev. 2006.
MOREIRA, D. A. Etapas de uma dissertação de Mestrado.  Administração on-line, São Paulo, v. 2, n. 3, jul./set. 2001.  Disponivel em: http://www.fecap.br/adm_online/  Acesso em 30/10/2005.
TARGINO, M. das G. Apresentaçao de trabalhos acadêmicos – facilitando a sua apreensão. DataGramaZero, Rio de Janeiro,  v. 6, n. 2, abr. 2005.  Disponível em: http://www.dgz.org.br/Acesso em 24 abr. 2005.
CRUZ, I. Se nadar se aprende nadando... pesquisar se aprende pesquisando. Disponível em: http://www.uff.br/nepae/pesquisar2001.doc. Acesso em 2 fev. 2003.
8ª FASE
GESTÃO DA INFORMAÇÃO E DO CONHECIMENTO
03 Créditos - 54 h/a
Conceitos básicos de gestão da informação e do conhecimento nas organizações. Informação estruturada e não estruturada. Informação e processo decisório. Capital intelectual, portais e vortais de conhecimento corporativo. Inteligência competitiva. Redes de informação empresariais. Serviços de inteligência governamental.
DAVENPORT, T. H. Ecologia da informação. 4 ed. São Paulo: Futura, 1998.
JANNUZZI, C. A. Informação tecnológica e para negócios. Campinas: Alínea, 2002.
DAVENPORT, T. H.; PRUSAK, L. Conhecimento empresarial: como as organizações gerenciam o seu capital intelectual. 4. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
PINCHOT, G.; PINCHOT, E. O poder das pessoas:como usar ainteligência de todos dentro da empresa para conquista do mercado. Rio de Janeiro: Campus, 1996.
SENGE, P. A quinta disciplina: arte, teoria e prática da organização de aprendizagem. São Paulo: Best Seller, 1994.
TERRA, J. C. C. Gestão do conhecimento: o grande desafio empresarial. São Paulo: Negócio Editoria, 2001.
EMPREENDEDORISMO E GESTÃO DE PROJETOS EM SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO
03 Créditos - 54 h/a
Empreendedor: características e perfis. Empreendedorismo: tipologia e fundamentos. Processo empreendedor: plano de negócios. Gerenciamento de projetos: definição e conceitos básicos. Elaboração e seleção de projetos: métodos e técnicas. Fatores de sucesso e insucesso em um projeto. Gerência de projetos: atribuições e habilidades.
DAVID, Denise Elizabeth Hey. Intraempreendedorismo Social: Perspectivas para o desenvolvimento social nas organizações.2004. 204f. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção) – Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, UFSC, Florianópolis. 2004.
DE MORI, Flávio (org). Empreender: identificando, avaliando e planejando um novo negócio. Florianópolis: Escola de Novos Empreendedores, 1998.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de janeiro: Campus, 2001.
DRUCKER, P. F. Inovação e espírito empreendedor (enterpreneurship): prática e princípios. São Paulo: Thomson Pioneira, 2001.
FIALHO, F. A. P. Empreendedorismo na era do conhecimento. Florianópolis: Visual Books, 2006.
HONESCO, Astrid.Empreendedorismo em bibliotecas universitárias: um estudo do cenário paraense. XIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias, 2002. Disponível em: . Acesso em : 29 mar. 2006.
LEITE, Emanuel. O fenômeno do empreendedorismo criando riquezas. Recife: Bagaço, 2002.
URIARTE, Luiz Ricardo. Identificação do Perfil Intraempreendedor. Florianópolis, 2000. 139f. Dissertação de Mestrado (Mestrado em Engenharia de Produção) – Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, UFSC, Florianópolis 2000.
VIEIRA, M. F. Gerenciamento de projetos de tecnologia da informação. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
ELABORAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
10 Créditos - 180 h/a
Execução de projeto de pesquisa em uma das áreas curriculares do curso.
OLIVEIRA, E. F. T. de. Revendo o debate quantitativo-qualitativo: tendencias da pesquisa na Biblioteconomia e Ciência da Informação. Transinformação, Campinas, v. 15, n. 1, 2003. Disponível em: : http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/. Acesso em 20 fev. 2006.
MOREIRA, D. A. Etapas de uma dissertação de Mestrado.  Administração on-line, São Paulo, v. 2, n. 3, jul./set. 2001.  Disponivel em: http://www.fecap.br/adm_online/  Acesso em 30/10/2005.
TARGINO, M. das G.  Apresentaçao de trabalhos acadêmicos – facilitando a sua apreensão. DataGramaZero, Rio de Janeiro,  v. 6, n. 2, abr. 2005.  Disponível em: http://www.dgz.org.br/Acesso em 24 abr. 2005.
CRUZ, I. Se nadar se aprende nadando... pesquisar se aprende pesquisando. Disponível em: http://www.uff.br/nepae/pesquisar2001.doc. Acesso em 2 fev. 2003.
 
 
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